Como fazer uma garota sorrir

1. Diga que ela é linda. (Gostosa não :p)
2. Segure a mão dela.
3. Abrace-a por trás.
4. Deixe mensagens de voz no celular pra quando ela acordar.
5. Quando ela está com raiva, abrace-a e diga o quanto ela é importante pra você.
6. Reconheça coisas pequenas que ela faz, elas também significam muito.
7. Quando você estiver falando com outra garota, assim que terminar, vá até a sua namorada/amada, abrace-a e beije-a. E em nenhuma hipótese dê em cima da outra com quem você está conversando. Na verdade não dê em cima de nenhuma outra nunca. ¬¬'
8. Escreva cartinhas ou ligue só pra dizer oi.
9. Apresente-a para seus amigos... como sua namorada.
10. Brinque com os cabelos dela (a não ser que ela tenha passado horas fazendo algum penteado).
11. Vá buscá-la (ela adora).
12. Fique chateado quando algum outro cara tenta se aproximar dela e ela não gosta.
13. Leve flores ou algo especial de vez em quando.
14. Deixe ela dormir abraçada com você.
15. Se ela estiver com raiva de você, beije-a (esse nem sempre funciona, mas tente).
16. Se você se importa com ela, DIGA.
17. Todo homem deve dar para sua garota 3 coisas: Um bichinho de pelúcia (ela vai abraçar antes de dormir), alguma jóia (porque é algo para se guardar para sempre), e uma das suas camisetas (que ela provavelmente vai levar junto na hora de dormir).
18. Trate-a na frente dos amigos da mesma forma que você a trata quando estão sozinhos.
19. Olhe-a nos olhos e sorria.
20. Saia com ela nos fins de semana.
21. Beije-a na chuva ( garotas amam isso).
22. Beije-a só por beijar.
23. Se você estiver ouvindo música, deixe ela escutar também.
24. Lembre-se do aniversário dela e dê algo. Nem que seja algo barato, foi VOCÊ quem deu. Significa o mundo para ela.
25. Quando ela lhe der um presente diga que amou mesmo que não tenha gostado tanto... pois vai deixá-la feliz.
26. SEMPRE ligue quando disser que vai ligar, nem que seja pra falar por 1 minuto, porque do contrário a magôa e faz com que ela pense que você não se importa.

nova musica da pitty

musica me adora da pitty, do novo cd Chiaroscuro que tem estreia dia 11 de agosto

numa parte do clip as pessoas jogam  rosas brancas na pitty pra adora ela

esta ai a letra e o clip.


Tantas decepções eu já vivi
Aquela foi de longe a mais cruel
Um silêncio profundo e declarei:

“Só não desonre o meu nome”

Você que nem me ouve até o fim
Injustamente julga por prazer
Cuidado quando for falar de mim

E não desonre o meu nome

Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir


Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber

Perceba que não tem como saber
São só os seus palpites na sua mão
Sou mais do que o seu olho pode ver

Então não desonre o meu nome

Não importa se eu não sou o que você quer
Não é minha culpa a sua projeção
Aceito a apatia, se vier

Mas não desonre o meu nome

Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir


Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber

 


~*"A menina que aos poucos foi trocando a barbie por maquiagem.Trocando seu mundo de sonhos pelo da realidade.Hoje sua vida segue em frente...O passado não importa.Ela vive o presente!!!
A garotinha que cansou de acreditar que contos de fadas começam com “era uma vez” e terminam com “um finαl feliz”...
Sou muito mais que essas letras,frases e fotos que falam sobre mim...
Sou as minhas atitudes,os meus sentimentos,as minhas idéias...
O que realmente faz valer a pena estar vivo,não há filmadora ou máquina fotográfica que registre...
Surpresas,gargalhadas,lágrima
s,enfim,o que eu sinto,quem eu sou,você só vai perceber quando olhar nos meus olhos,ou melhor,além deles...

Posso até ser pequena pra quem vê...Mas gigante pra quem ama!!!*~

Adolescente: A rebeldia da alma

A violência urbana, embora se trate de um fenômeno mundial, é um dos maiores problemas da América Latina. Apesar de envolver pessoas de todas as idades, tanto como agressoras, quanto na qualidade de vítimas, afeta com maior intensidade os mais jovens, em especial os da faixa etária dos 15 aos 25 anos. Ou seja, os que estão na fase da vida em que o indivíduo é, ao menos teoricamente, mais produtivo.

Uma série de estudos tem sido feita a respeito para apurar as causas de tamanha fúria. Embora a violência seja inerente ao próprio homem e tenha existido em todas as épocas e entre todos os povos, através dos tempos, em termos qualitativos, atinge, nos dias de hoje, proporções absolutamente intoleráveis.

As pessoas têm sido violentas no lar, na escola, nas ruas, nos locais de diversão (estádios de futebol, casas de shows etc.), nos protestos políticos, nas guerras e vai por aí afora. A rebeldia tornou-se uma espécie de símbolo destes tempos.

O rebelde, quando direciona corretamente seu descontentamento e inquietação, é importante fator de mudanças. Combate a tirania, luta pela justiça, defende os direitos dos mais fracos e impede uma série de distorções na convivência entre os grupos humanos.

É possível ser combativo, porém, sem ser violento. Firmeza de convicção e violência estão longe de serem sinônimos. Pior é quando a pessoa (jovem ou não) assume uma rebeldia sem causa. Quando se opõe ao poder constituído e às normas sociais ou morais vigentes não porque estes estejam distorcidos ou corrompidos, mas porque existem.

Um especialista equatoriano em comportamento, Fernando Carrión, divulgou, em 1995, um estudo muito interessante a respeito do assunto, intitulado “América Latina é o continente mais perigoso para se viver”. Os dados que cita, posto que defasados (os números, hoje, são muito piores), mostra que o pesquisador não exagerou nessa afirmação.

As grandes cidades tendem a alterar o modo de agir dos que não têm uma estrutura psicológica sólida e se deixam influenciar tanto pelo próprio meio (sombrio, áspero, poluído e barulhento), quanto pelas más companhias.

Carrión demonstrou isso em números. Na ocasião, a América Latina contava com duas cidades de mais de 15 milhões de habitantes (São Paulo e Cidade do México), com 28 que tinham mais de um milhão de moradores e com 36 que passavam dos 600 mil.

O pesquisador equatoriano previu que até 2005, portanto em apenas uma década, este seria o continente com maior grau de urbanização. E não se enganou em suas previsões. Setenta e sete por cento da sua população vivem, hoje, em algum desses conglomerados urbanos, onde tudo é difícil e penoso, desde a locomoção, até o simples ato de respirar.

Ao contrário do que se apregoa por aí, o fator econômico não é a principal causa da marginalidade e conseqüente criminalidade. Claro que contribui, na medida em que impede que as pessoas menos favorecidas tenham acesso à educação e realizem seus sonhos de consumo, numa civilização absurdamente consumista.

Carrión apontou, em seu estudo, três fatores desencadeadores da violência entre os jovens situados na faixa de 15 a 25 anos. Os pesos de cada um deles podem ser diferentes. Eles podem influenciar os indivíduos isoladamente ou em conjunto. Mas estão sempre presentes e são facilmente detectáveis.

O primeiro é a influência exercida pelos meios de comunicação. Esta é uma geração que teve como babá a televisão. E o que a telinha hipnótica exibe nem sempre (ou quase nunca) é construtivo. A carga de violência e de atos, diríamos, não muito éticos, que a TV joga em nossos lares, é massacrante.

Mesmo os adultos influenciáveis, sem muito tirocínio para julgamentos, acabam se deixando contaminar por esse lixo cultural que importamos ou produzimos no próprio País. Queiram ou não, os personagens de filmes e novelas ditam comportamentos, linguagens, gostos e atitudes. Não é o veículo em si que é ruim, mas a falta de critério na escolha do que é veiculado por ele.

O segundo fator de estímulo à violência é a impunidade. Nosso aparato de Justiça (e nos referimos não especificamente ao Brasil, mas a toda a América Latina), não é dos mais eficientes. Deixa muito, muitíssimo a desejar. O jovem de classe menos favorecida, que comete algum delito, em geral é punido com rigor até excessivo. O mesmo não ocorre com adolescentes de classe média para cima.

Finalmente, o terceiro desencadeador de atos violentos, e o pior deles, é o consumo de produtos psicoativos. E não nos referimos, apenas, às drogas clássicas, como a maconha, o crack, a cocaína, a morfina, a heroína e o ópio.

A principal dessas substâncias, o álcool, poucas vezes é citada, por razões econômicas. Dá muito lucro aos que a produzem e a comercializam, que têm grande poder. Mas se trata do maior deflagrador de violência. E, o que é pior, é vendida livremente, sem nenhuma restrição.

Trata-se de uma questão que deve merecer cuidadosa reflexão por parte das pessoas que lidam com jovens: pais, professores, psicólogos, psiquiatras, delegados, promotores, juízes etc. É a única forma inteligente de se combater a violência. Ou seja, cortando o mal pela raiz.

as 10 coisas que pode mudar o mundo


Miley Cyrus canta   

7 Things (7 Coisas )

Julia Stiles (atriz) fez o filme

10 Coisas que Eu Odeio em Você

mais porque niguem fala da 10 coisas que pode mudar o mundo

 mais eu falo as 10 coisas que pode sim  mudar o mundo


1.  preseversao do meio ambiente

2.  o fim do preconceito

3.  a paz no mundo

4.  o fim da fome

5.  uma politica mais limpa

6.  um ser humano mais sensivel

7.  o fim da violencia contra as crianças e adolecente

8.  o fim das drogas

9.   um  presidente negro no brasil

10. uma educaçao melhor

 


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